terça-feira, 3 de abril de 2012

Amor...


Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia.
Num certo ponto, a menina disse: - Como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pega num pouco de areia e fecha a mão com força...
A menina assim fez, e, reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia se escapava.
... - Mãe, mas assim, a areia cai!
- Eu sei, agora abre completamente a mão...
A menina assim fez, mas, veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
- Assim também, não consigo mantê-la na minha mão!A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:
- Agora pega outra vez num pouco de areia, e, mantenha-a na mão semi aberta, como se fosse uma colher.... bastante fechada para protegê-la, e, bastante aberta para lhe dar liberdade.
A menina experimenta, e vê, que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento.
- É assim que se faz durar um amor...

retirei do face "Quem ama educa"

terça-feira, 20 de março de 2012

10 formas de namorar depois dos filhos (e apesar deles)

1. Monte uma rede de reforço: uma babá de confiança, avós que moram perto, tias corujas... Esse exército vai ajudar vocês a saírem sem preocupações.

2. Estabeleça um dia para o casal. E não desmarque. Vale “seqüestrar” o parceiro na hora do almoço também.

3. Vá para a cama no mesmo horário de seu filho. Assim, dá até para acordar de madrugada e aproveitar.

4. Regre o horário para ele dormir e tranque a porta do quarto enquanto estiver namorando.

5. Programe uma lua-de-mel uma vez por ano. Pode ser apenas um fim de semana, mas fará diferença, acredite.

6. Exercite o carinho. Assistam à TV abraçados, ligue no meio da tarde, se beijem todos os dias...

7. Coloque o parceiro na sua lista de prioridades (tudo bem ele ficar atrás dos filhos). As compras do supermercado, a pilha de roupas para passar e o passeio com o cachorro podem esperar.

8. Compre lingeries novas. Mulheres gostam de exibi-las. Homens, de vê-las. Aproveite e jogue fora tudo o que usou na gravidez, no pós-parto, as velhinhas...

9. Tire o berço do quarto. Tire também as fraldas, os brinquedos, os bichinhos de pelúcia. Esse espaço é de vocês.

10. Quando estiverem sozinhos, converse sobre tudo, menos os filhos. Não deixe o diálogo de vocês se resumir em “resolver problemas”.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI18542-10512,00.html

4 dicas para estimular a parceria entre irmãos

O amor entre eles é inquestionável, mas a convivência precisa ser cuidada e incentivada. Veja algumas sugestões para melhorar o relacionamento dos irmãos:

- Respeite o jeito de cada um e valorize as diferenças sem fazer comparações entre eles. Se for elogiar ou criticar, tente não usar o outro filho como parâmetro. Valorizar os atributos positivos de cada um faz com que entendam que são seres especiais e únicos, inclusive nos defeitos e qualidades;

- A relação entre os irmãos se fortalece quando os pais estimulam a cooperação em vez da competição. Você pode propor atividades em conjunto, como brincadeiras, jogos, passeios (com os pais ou só entre irmãos) e até incentivar que um ajude o outro nas tarefas e lições de casa;

- Quanto maior a diferença de idade, mais importante é esse estímulo por parte dos pais.
Quando for sair só com um filho, inclua os irmãos de alguma forma, nem que seja em uma conversa. Se forem a uma loja, você pode trazer uma lembrança para os que ficaram em casa. Assim todos estarão presentes, mesmo que não seja fisicamente;

- Você sabe que os pais são os principais modelos das crianças, e na relação com os irmãos não é diferente. Eles vão se basear na sua relação com o parceiro ou parceira e também na forma de interação de vocês com cada filho. Demonstre amor e carinho para estimular a cumplicidade e criar um ambiente seguro para a interação entre os irmãos.

Fonte:http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI175882-10515,00.html

5 erros que os pais cometem na hora de educar

Pode ser que você não perceba, mas, de vez em quando, repete os mesmos erros. Aprenda a identificá-los e corrigi-los

Depois de muito conversar, você dá o ultimato ao seu filho: “vista-se ou nós vamos ficar em casa”. Ele sequer olha para você e não levanta do sofá. “Ok, nós vamos ficar em casa”. Não é verdade, mas você não sabe mais o que fazer para que seu filho coloque a roupa.

Calma! Educar é muito difícil, cansativo e todos sabem dos seus esforços para fazer o melhor. Entre uma conversa e outra, porém, pode escapar uma mentira antes de perder a paciência, sem que você m perceba. CRESCER conversou com especialistas para mostrar os erros mais comuns que os pais cometem durante a educação. Ah, e como corrigi-los, claro. Confira.

ERRO 1: Mentir
“Esse carro só liga quando todos os passageiros estiverem com o cinto. Só falta você colocar o seu”. Quantas vezes, você já se pegou mentindo para o seu filho para conseguir que ele faça algo que você deseja? Pode ser mentira ou chantagem, não importa. A relação entre filhos e pais deve ser o mais clara possível. Como ele vai confiar se você mente? “E não importa o quanto essa mentira seja insignificante, toda vez que você mente, você perde a chance de conversar abertamente”, diz a psicoterapeuta Teresa Bonumá, de São Paulo.

COMO CORRIGIR: Troque a mentira pela conversa. Seja objetivo e explique a situação em detalhes para a criança entender. Em vez de dizer que o carro só liga se o seu filho colocar o cinto, peça para ele colocar o cinto, porque só assim, vocês podem transitar com segurança.


ERRO 2: Ameaçar e não cumprir
Quem escolhe esse caminho, já sabe: da próxima vez que usar a mesma tática, seu filho não vai ouvi-la. Os exemplos são muitos: “se você não parar de jogar areia, vou tirar os seus brinquedos” ou “se você não me obedecer, vai ficar sem televisão”. Quando ele perceber que mesmo sem parar de jogar areia, os brinquedos continuam ali, não vai nem ligar quando você fizer o mesmo em uma próxima situação.

COMO CORRIGIR: Em vez de ameaçar, avise o seu filho. Se ele persistir, tome alguma atitude imediatamente. Da próxima vez que isso acontecer, apenas o lembre do que aconteceu: “lembra que você ficou sem os brinquedos da última vez que jogou areia? Espero que isso não se repita, combinado?”

ERRO 3: Desautorizar o pai (ou a mãe) na frente das crianças
Após aquela arte que seu filho aprontou, seu marido decide colocá-lo de castigo. Durante a conversa entre eles, você se intromete, dizendo que basta uma conversa. O mesmo pode acontecer na hora de decidir o valor da mesada, o horário de buscá-lo na festa e assim por diante. Ao questionar a decisão do seu companheiro, você diminui a autoridade dele perante as crianças.

COMO CORRIGIR: O melhor é sempre conversar antes de tomar a decisão. Se não for possível, não discuta na frente do seu filho. Espere para falar com o pai depois.

ERRO 4: Comentar os defeitos do parceiro com seu filho
“Seu pai é tão pão duro. Ele nunca vai comprar esse brinquedo para você”, “Nossa, sua mãe é muito atrapalhada, não consegue organizar as coisas”. Conversar sobre as falhas do seu parceiro com seu filho é tentador porque é ele que está no dia a dia ao seu lado, vivendo as mesmas situações. Mas não é um bom exemplo a ser dado. Em primeiro lugar, a atitude mostra desconsideração pelo pai (ou mãe) da criança. E, pior ainda, ela pode entender que pode fazer isso com qualquer pessoa também.

COMO CORRIGIR: O comentário pode ser feito, mas na frente da pessoa para que ela possa se defender e assimilar a dica. Ah, e isso até pode virar uma brincadeira.

ERRO 5: Quebrar as regras
Seu filho já sabe que não pode comer assistindo TV. Mas, um belo dia, você está almoçando às pressas e liga a televisão. Rapidamente, seu filho chama a sua atenção. Para tentar escapar, você inventa uma desculpa e diz que você pode fazer isso, mas ele não.

COMO CORRIGIR: Não tem jeito! O seu exemplo é a melhor solução. É ele que vai inspirar o seu filho a ser uma pessoa melhor.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI256876-15546,00-ERROS+QUE+OS+PAIS+COMETEM+NA+HORA+DE+EDUCAR.html

quarta-feira, 7 de março de 2012

Ser mãe dói.




Dói quando o filho nasce e ela se pergunta como vai saber educar. Dói quando, tendo o futuro todo pela frente, ela se sente perdida, como se o mundo não tivesse continuação. Dói quando filho chora de noite e ela não sabe bem como acalmá-lo. Ela aprende, então, a interpretar cada choro pra entender seu bebê.

Ser mãe dói quando filho fica doente e ela quer trocar de lugar com ele e não pode. Dói quando ela não sabe o que fazer.

Ser mãe dói quando filho não quer começar a escola e ela precisa fazer um esforço sobrenatural para não chorar e deixá-lo começar a vida de gente grande. Ela chora escondido depois. Mas dói também, quando, deixando o filho na escola, ele dá um sorriso e diz adeus. Dói sentir que ele desprega-se, solta-se, torna-se independente. Como dói!!!

Ser mãe dói quando filho tem problemas na escola e ela precisa ouvir com naturalidade as queixas. Dói a adolescência, as questões existenciais.

Deve doer demais ver um filho indo para a guerra. Deve doer imensamente ver filho seguindo caminhos diferentes dos que julgamos corretos. Mãe que vê filho sofrendo, sofre dobrado.

Ser mãe é uma missão que dói a vida inteira.

Ser mãe é ter a dádiva do dar. Ela planta e sabe que não é pra ela.

Jesus também teve mãe. E deve ter doído nela mais que em qualquer outra mulher do mundo.

Uma mãe é uma ponte entre os céus e a terra. É o ser escolhido por Deus, certamente o mais bendito de toda a criação, para que a terra se encha e se multiplique.

Ser mãe dói sim. Mas engrandece também. A medida da dor é também a medida da alegria de ver filho feliz.

A maternidade é a corôa de toda mulher. De espinhos... mas de flores também!

Benditas sejam todas as mães do mundo!!!

Retirei do Face - Mulher e Mãe. A difícil arte de ser

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Como dizer "não" ao seu filho para que ele assimile regras e respeite limites

Bebês são curiosos, querem mexer em tudo e muitas vezes se colocam em perigo, principalmente quando aprendem a dar os primeiros passos. Imagine seu pequeno mexendo no fogão, na tomada, nos fios... Dá até arrepios, não? E, por mais que você o repreenda, ele volta a tocar onde não deve. Por isso, é preciso fazê-lo compreender a ordem “não pode”. Nesse ensinamento, sua linguagem corporal e tom de voz são extremamente importantes. Veja como acertar, com as dicas da Supernanny brasileira, a Cris Poli, e de outros especialistas.

Desde o nascimento, tudo que ocorre à volta do bebê é registrado como aprendizado. Mas regras e disciplina só começam a ser entendidas e interpretadas depois dos 2 anos de idade. “Até essa faixa etária, os pais precisam ter muita paciência e repetir as ordens diversas vezes, até que a criança incorpore o conceito. Não é fácil, leva tempo”, explica a educadora Cris Poli, a Supernanny brasileira, da rede de televisão SBT.

De acordo com Jo Frost, a Supernanny americana e autora do livro Superbabá, da Editora Seoman, a partir dos 2 anos a criança já é capaz de compreender, mas sua memória é limitada. Por isso, a repetição ainda é necessária. “Nervosismo não resolve em nada o mau comportamento. Claro que é preciso definir limites, mas o segredo é a maneira de falar”, garante. Entenda a evolução dos pequenos na assimilação das regras e saiba como discipliná-los corretamente:

O aprendizado em cada fase

Até 2 anos

Antes dessa idade, é muito difícil estabelecer uma disciplina, mas você pode e deve chamar a atenção do bebê sobre as coisas que ele deve ou não fazer. “Use um tom de voz firme e baixo para dizer ‘não’, acompanhado de uma breve explicação, como ‘isto está quente’”, indica Jo Frost, em seu livro.

De 2 a 3 anos

A criança já entende o “não”, porém sua capacidade de reter informações é restrita. Por isso, você precisará reforçá-las. Nessa idade, já é possível aplicar as regras de disciplina, que explicaremos adiante.

De 3 a 5 anos

É a fase da teimosia porque os pequenos estão descobrindo o mundo e querem mexer em tudo. Para lidar com esse momento, você deve ter em mente duas coisas: não mude suas regras por causa do seu filho. Sempre que o pegar no pulo fazendo algo inadequado, corrija na hora. Não espere para conversar depois, pois ele não conseguirá associar a atitude errada à sua queixa.

Acima de 5 anos

Você precisará ter jogo de cintura porque a criança, já grandinha, passa a compreender perfeitamente as ordens dos pais e tende a testar seus limites, desobedecendo mesmo. O intuito é chamar sua atenção. Aplique as regras de disciplina.

Tudo tem limite

E é preciso que você os defina desde cedo. A criança deve entender até onde pode ir.

Não pode mexer nas coisas...

O “não pode” deve existir desde a primeira infância, quando o bebê toca um objeto que outra pessoa segura, por exemplo. Aos poucos, ele associará atitudes erradas a mudanças no seu tom de voz e, naturalmente, passará a evitar comportamentos que provoquem essa alteração.

Basta dizer “não pode mexer” e afastar a mão da criança. “A ordem deve ser firme, mas não agressiva”, explica a psicóloga Maria Teresa Reginato, de Atibaia, no interior paulista. À medida que ela crescer, é importante que você esclareça o motivo da bronca, empregando expressões como: porque queima, porque dói e porque quebra. “Ensinar em casa evita que seu filho reproduza os maus modos na casa dos outros”, avisa Cris.

Não pode morder, bater, empurrar, puxar o rabo do cachorro...

Toda criança passa pela fase de morder, empurrar e provocar os animais. É necessário orientá-la também a respeito dessa conduta. “Abaixe-se, para ficar na mesma altura que a criança, coloque as mãos em seus ombros e olhe fixamente nos olhos enquanto fala ‘não pode, assim você machuca”, ensina Maria Teresa. Não adianta gritar de longe. A voz deve ser baixa, porém segura.

Reclamação na escola

A agenda da escola estampa uma bronca da professora? Leia a queixa na frente da criança e pergunte o que aconteceu. Depois de entender o motivo que a levou a bater no coleguinha, por exemplo, discipline-a, explicando que essa reação não é adequada.

Regras de disciplina

Condicione-se a empregar, sempre, um tom de voz de autoridade e outro de aprovação. Se essa estratégia falhar, o jeito é apelar, definindo um cantinho para o castigo, onde o pequeno deverá refletir sobre o mau comportamento.

Voz da autoridade

Recorra a ela sempre que a criança fizer algo errado:

1. Aproxime-se e não grite do outro lado da sala. Seu tom de voz deve ser baixo e firme.

2. Abaixe-se à altura dela, para não intimidá-la.

3. Olhe nos olhos. Dessa maneira, ela não conseguirá lhe ignorar.

4. Não ranja os dentes nem faça ameaças.

5. Caso ela tente desviar o olhar, diga “olhe para mim”. Segure-a –sem machucar, obviamente – pelos braços para que ela não saia.

6. Deixe claro que você não está brincando.

7. Peça sempre “por favor” e explique da maneira mais clara possível que ela não pode repetir o erro. Por exemplo: “Bater nos outros é inaceitável. Não quero mais que você faça isso, por favor”.

Dicas:

- Não negocie. Fale e peça, sem gritar.

- Não faça promessas nem ofereça opções a uma criança pequena: “Você poderá comer o biscoito se comer o arroz com feijão”. Frases como essa só farão com que o pequeno tente negociar, provocando desgaste.

- Se a criança gritar com você, não responda com outro berro.

Voz da aprovação

Diante de um comportamento exemplar, o reconhecimento é igualmente importante:

1. Para elogiar, a voz deve ser alta, aguda e animada.

2. Vale bater palmas e até soltar gritinhos.

Castigo educa

“Esse método ensina a criança a refletir sobre o que havia sido combinado com os pais, interrompe o mau comportamento e induz o adequado. Acredito nele porque funciona”, ressalta Cris. Então, quando a voz da autoridade não funcionar...

1. Mande-o para o cantinho da disciplina, sempre justificando a razão. “Deixe-o lá por um tempo correspondente a um minuto por ano de idade”, aconselha Cris.

2. Caso ele saia, coloque-o lá novamente e esclareça novamente o motivo.

3. Após cumprir o castigo, oriente a criança a pedir desculpas.

4. Assim que ela se desculpar, dê beijos e abraços.

5. Esqueça o assunto e aja como se nada tivesse acontecido.

A técnica do envolvimento

As crianças querem atenção o tempo todo. Quando você não dá, elas tendem a aprontar. É aí que você pode lançar mão de um truque: a técnica do envolvimento, que nada mais é do que incluir seu filho nas suas atividades, como as tarefas domésticas. Elas são interessantes para os pequenos. Ajudar a dobrar um lençol e usar um miniespanador ou uma minivassoura são maneiras de participarem e se sentirem úteis.

Pegue leve

Sabe quando você fala mil vezes para seu filho não mexer naquele vaso que fica em cima da mesa porque ele pode quebrar e não adianta? Se a peça finalmente espatifar, certamente ele começará a chorar e se mostrará arrependido.

Caso isso ocorra, não aplique nenhuma punição. Se a criança pedir desculpas sinceras, significa que já aprendeu a lição. A única coisa que você deve fazer é explicar por que isso aconteceu, lembrá-lo das regras e pronto. Sem broncas!

Persista, pois você vai conseguir!

Educar uma criança não é fácil, requer muita paciência, determinação e dedicação. Principalmente no período da primeira infância – de 0 a 7 anos – em que a personalidade se consolida É importante passar um tempo diário com seu filho. “Converse com ele, explique os motivos das proibições”, recomenda Maria Teresa. Por fim, o mais importante é ter paciência. “O segredo é tentar sempre evoluir nesse quesito, acompanhando o crescimento e o amadurecimento dos filhos, com dedicação e amor, muito amor”, finaliza Cris.

Site: bebe.abril.com.br

Retirei do Face - Quem ama educa