quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Pai e Mãe, acordem enquanto é tempo!


É muito IMPORTANTE que todos os Pais e Mães leiam isto!

Era quarta-feira, 8:00 h. Cheguei a tempo à escola do meu filho –“Não se esqueçam de vir à reunião de amanhã, é obrigatória!” – Foi o que a professora disse no dia anterior.
-“O que é que esta professora pensa! … Acha que podemos dispor facilmente do tempo que ela quer? … Se ela soubesse o quanto era importante a reunião que eu tinha às 8:30 h” … Dela dependia uma boa negociação e tive que a cancelar!
Lá estávamos nós, mães e pais, e a professora.
Começou a tempo, agradeceu a nossa presença e começou a falar. Não lembro o que ela dizia, a minha mente estava a pensar como iria resolver aquele negócio tão importante, já me imaginava a comprar uma televisão nova com o dinheiro.
“João Rodrigues!” – escutei ao longe – “Não está o pai de João?” – diz a professora.
“Sim, eu estou aqui” – contestei ao ir receber o boletim escolar do meu filho.
Voltei pro meu lugar e disse ao abrir o boletim … “Foi para isto que eu vim … o que é isto???”
O boletim estava cheio de seis e sete. Guardei rapidamente, para que ninguém pudesse ver como se tinha saído o meu filho.

De volta para casa, aumentava ainda mais a minha raiva, cada vez que pensava:
“Mas, se eu dou tudo para ele, não tem faltado nada! … Agora ele vai ver!” Cheguei, entrei em casa, fechei a porta com uma batida e gritei: “Vem aqui, João!”
João estava no quintal, correu para abraçar-me … “Papá!”
– “Nada de papá!” Afastei-o de mim, tirei o meu cinturão e não me lembro quantas vezes bati ao mesmo tempo que falava o que pensava dele.
– “Agora vai para o teu quarto!”
João foi a chorar, a sua face estava vermelha e a sua boca tremia.
A minha esposa não falou nada, só mexeu a cabeça num gesto de negação e entrou na cozinha.
Quando fui para cama, mais tranquilo, a minha esposa entregou-me o boletim do João, que tinha ficado dentro do meu casaco, e disse:
– “Lê devagar e depois pensa numa decisão …”
No início estava escrito: BOLETIM DO PAPÁ.
Pelo tempo que o teu pai dedica a conversar contigo antes de dormir: 6
Pelo tempo que o teu pai dedica a brincar contigo: 6
Pelo tempo que o teu pai dedica a ajudar-te com as tarefas: 6
Pelo tempo que o teu pai dedica para levar-te de passeio com a família: 7
Pelo tempo que o teu pai dedica para ler-te um livro antes de dormir: 6
Pelo tempo que o teu pai dedica para abraçar-te e beijar-te: 6
Pelo tempo que o teu pai dedica para assistir televisão contigo: 7
Pelo tempo que o teu pai dedica para escutar as tuas dúvidas ou problemas: 6
Pelo tempo que teu o pai dedica para ensinar-te coisas: 7
Média: 6,22

PAIS – ACORDEM ENQUANTO TÊM TEMPO…

As crianças tinham qualificado os seus pais. O meu filho deu-me 6 e 7 (sinceramente eu merecia 5 ou menos).
Levantei-me e corri para o quarto dele, abracei-o e chorei.
Queria poder voltar no tempo … mas isso não é possível.
João abriu os olhos, ainda com os olhos inchados pelas lágrimas, sorriu, abraçou-me e disse:
– “Eu amo-te papá!” … Fechou os olhos e dormiu.
ACORDEM PAIS!
Aprendam a dar o valor certo aquilo que é mais importante em relação aos vossos filhos, já que disso depende o sucesso ou fracasso nas suas vidas.
Já pensou qual seria a ‘nota’ que o seu filho lhe daria hoje?

Autor desconhecido

Fonte - http://www.quiosquedigital.pt/pai-e-mae-acordem-enquanto-e-tempo/#
imagem da internet

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Nunca vamos ficar ricos!


Uma amiga minha, a Bia, decidiu trabalhar só meio período depois que o filho nasceu. Quer participar de cada momento. “Mas, Bia, assim você não vai ficar rica nunca!”, alertou um amigo. É verdade. A Bia ganha menos dinheiro. Mas eu conversei com ela esses dias e ela estava mais feliz que o Bill Gates.

No almoço um colega do trabalho disse que não vai aceitar uma promoção. Quer continuar com as manhãs livres, curtindo a filha. “Não vale a pena”, ele disse. Está certíssimo: entre abraçar todos os dias de manhã uma menina linda de pijama ou mais quinhentos reais na conta, com qual você ficaria? Tem vezes que a promoção não paga nem a creche que você vai ter que contratar. Tem vezes que não paga nem a gasolina.

Participar do crescimento dos filhos tem uma série de vantagens, para crianças e adultos. Eles aprendem mais rápido, se desenvolvem com mais confiança. A gente libera um monte de hormônios de prazer, por estar por perto de coisas fofas que dão risadas deliciosas. Vivemos mais felizes, menos estressados, o coração batendo que é uma beleza.

“Mas você precisa investir na sua carreira”, dizem alguns, e eu concordo com isso. Todos os dias, depois de fazer minhas filhas dormirem, volto pro computador pra trabalhar. Estou escrevendo este texto às 04:29 da madrugada de um feriado. O que eu fiz foi uma lista de prioridades, família no topo, e tudo aquilo que dava pra dizer não eu fui dizendo. Não me arrependo.

Um dia eles vão crescer. Vão querer saber só de amigos, de amores. Teremos tempo pra ler, fazer um curso, abrir um negócio. Pode ser que a gente nunca fique rico, é verdade. Mas tanta gente trabalha como condenado e também não fica.

O nosso tesouro a gente sabe onde está.

Fonte - Facebook - Marcos Piangers

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Receita de menino


Junte duas colheres de sorriso com duas xícaras de gargalhada. Vá mexendo e acrescente cheiro de terra molhada misturada com cheiro de chicle de bola. Acrescente ainda muito chocolate, um pouco de castelinhos de areia, três pirulitos de uva e um caminhãozinho de imaginação.

Deixe descansar em baixo de um pé de manga e junte aos poucos a fidelidade de um cãozinho, a rapidez de um beija-flor, a esperteza de um golfinho. E, claro, não podem faltar todas as cores do arco-íris, uma caixinha inteira de band-aids e uma bacia cheia de pipoca.

Não se esqueça de juntar a sabedoria de um monge (claro, os meninos sempre sabem de tudo) com uma pitadinha de impaciência, uma dor de barriga passageira e muita, muita amizade, que deve ser acrescentada aos poucos, logo depois de um punhado de sonho e um prato fundo de criatividade.

Não podem ser esquecidos o pião, a pipa, a bicicleta e um par de chuteiras, pois meninos não se tornam meninos de verdade sem estes ingredientes.

Por fim, junte o gostinho da vitória em uma final de campeonato, com a maravilhosa sensação de um abraço apertado.

Pronto! Assim são feitos os meninos... ♥

fonte - facebook - Babyou

Receita de menina


Para se fazer uma menina, toma-se uma xícara de felicidade, dois botões azuis, pétalas de rosa, um pouco de glacê, um punhadinho de areia, três conchinhas róseas, uma colherada de imaginação. Acrescenta-se também um pouquinho de sal, muito açúcar e mel, uma casquinha de sorvete, o dengo de um gatinho novo e três gotinhas de perfume.

Não esquecer de um espelhinho prateado, pois antes de tudo uma menina é mulher, e logicamente vaidosa.

É importante acrescentar uma borboleta amarela, muita inocência e um dedinho com band-aid.

Recolha com cuidado uma gotinha de orvalho, o brilho de uma joia, todos os matizes de um quadro de Renoir, uma pitada de sonho e muito carinho.

Consiga um pouquinho daquela brisa que sopra do mar, uma colherinha da luz das estrelas, um sorriso inesperado, o ruído de uma onda na praia e deixe tudo isso ao luar.

Misture tudo e acrescente muita ternura e amor, um pouco de teimosia e muita curiosidade, uma lágrima e duas asinhas de beija-flor.

E assim que são feitas as meninas... ♥

fonte - facebook - Babyou

sexta-feira, 17 de junho de 2016

60 dias de Neblina...


60 dias de Neblina
Você já ouviu o ditado "neblina baixa sol que racha"? Se nunca ouviu, vou explicar. Dizem que quando o dia amanhece com muita neblina é porque será um dia lindo, de muito Sol. Este texto tem a ver com isto. A neblina que vem antes do Sol e do céu azul...
Ahhhhhh os primeiros 60 dias com um bebê recém nascido em casa. O leite que finalmente desce, deixando o seu seio do tamanho de um melão transgênico. Duro igual uma pedra. Os hormônios que te fazem ir do gatinho fofo do shrek para a esposa do Chuck, o boneco assassino. Se você fez cesariana a cicatriz incomoda. Se você teve parto normal sentar incomoda. A barriga que fica igualzinha uma bexiguinha "murcha", bem murchinha. Se quando grávida você tinha uma linha escura na barriga ("linea nigra"), saiba que ela consegue ficar ainda mais escura depois do parto (surpresaaaa!!). O umbigo que fica igual o olho esquerdo do Nestor Cerveró. Sangue, sangue, sangue e mais um pouquinho de sangue. Leite, leite, leite e mais um pouquinho de leite. E você que odiava usar absorvente agora tem que usar não somente na calçinha mas também no sutiã. E para fechar com chave de ouro ainda temos a famosa cinta pós parto (ou calçinha alta) que alguns médicos recomendam.
E não para por ai. Ainda temos:
Uma mistura de sentimentos que ninguém consegue explicar. Uma sensação de felicidade plena misturada com cansaço, amor, euforia, e tristeza.
Noites mal dormidas.
E se a noite é bem dormida, você então acorda boiando em um mar de leite. Azedo.
Seus mamilos que há esta altura já estão tão indignados com você que já quase te perguntam: Escuta aqui mulher, que merda é esta que você está tentando fazer?
Cólica.
Choro. Muito choro. Chora o bebê, chora você.
Mil pessoas palpitando na sua vida e na do bebê: Não pode comer tal coisa porque dá cólica. Mas você precisa se alimentar bem pois esta amamentando. Chá de camomila é excelente para cólica. Mas não pode dar na mamadeira porque se não o bebê não vai mais pegar o peito. O bebê está dormindo demais, de menos. Está mamando demais, de menos. Você está agasalhando demais, de menos.
Quebrante. Bem vinda ao mundo do tal do quebrante. E sempre vai ter uma pra falar: "Quebrante é comum. A gente mesmo coloca quebrante nos filhos". Quer saber? Vai todo mundo tomar no meio do cu com este papo de quebrante. Quebrante me IRRITA!!! Não vou amarrar fitinha vermelha no bebê e ponto final.
Cocô explosivo. De madrugada. Por que? Por que Por que Senhor?
Vacinas que doem mais em você do que nele.
E durante uma madrugada qualquer, você já no auge da privação de sono, ergue o tom de voz, implorando para que o bebê durma. O bebê dorme. Você olha aquele rostinho lindo, e se pergunta: Como eu fui capaz de erguer a voz para este anjinho que eu amo mais que tudo? Que bruxa! Eu sou a pior mãe do mundo. Víbora. Eu mereço arder no fogo do inferno...
E a quarentena acaba e você fica pensando como vai dizer para o marido que a última coisa que passa na sua cabeça é sexo.
E saiba que quando finalmente rolar, há grandes chances de ser uma merda. Juro que não sei o que acontece, mas independente do tipo de parto, da impressão que voltamos a ficar virgens depois de ter filho, ou é o pinto do marido que resolve ficar gigantesco e virar estrela de filme pornô.
Você cuida do bebê e acaba esquecendo de você. Você fica dias sem ao menos se olhar no espelho. Não que você não queira, mas simplesmente porque você não lembra. Falta de tempo, falta de memória, não sei. Só sei que um dia você vai se olhar no espelho e vai se deparar com uma sobrancelha mais peluda que a perna do maridão. E vai lembrar que você além de mãe, é mulher, e esposa, e filha, e amiga.
E nestas alturas você já está igual aquele vídeo do David depois do dentista: "Is this real life"?!
E os dias passam.
E entre um choro e outro aparecem os sorrisos. Sorrisos que fazem seu coração explodir de amor e alegria.
Amamentar fica bem mais fácil.
Você já se sente mais segura e não se deixa abalar por palpites de terceiros.
Os hormônios dão uma trégua.
O bebê começa a dormir melhor.
Você e o seu bebê vão se conhecendo e entrando em sintonia. E não é que você está pegando a "manha" desta tal maternidade?!
Você até começa a cuidar um pouquinho de você.
Sexo volta a ser algo interessante, bem interessante.
E a vida vai voltando ao normal. Um novo normal.
E um belo dia você entra no elevador do prédio e encontra uma vizinha. No colo dela um bebê de 10 dias. Você olha para ela. Olha para o bebê. E tenta lembrar como era a sua rotina quando o seu filho tinha aquele tamanho.
Você tenta puxar na memória. Você não consegue lembrar. Como assim? Seu bebê tem só 7 meses, nem faz tanto tempo. Mas por que você não lembra? É como se tivesse uma fumaça. Uma neblina cobrindo a memória...
Os primeiros 60 dias de neblina.
Se você ainda está no seus 60 dia de neblina, tenha paciência. Curta os dias de pijama. Não caia na pressão dos outros que exigem que você saia da sala de parto como se nada tivesse acontecido. A vida mudou. Você mudou. Não se force a nada, absolutamente nada. Você já tem novidades o suficiente para processar. Não seja tão dura com você. Não permita que sejam tão duros com você. As visitas podem esperar. O mundo pode esperar. Leve as coisas no seu ritmo e se deixe levar rumo ao Sol. Pois depois da neblina, sempre vem o Sol.

Por A Maternidade por Rafaela Carvalho
Imagem: Internet

domingo, 5 de junho de 2016

Ser mãe...


Eu já fui a mãe que chega com as unhas feitas, cabelo penteado e outfit impecável.
E já fui a mãe que chega atrasada com calça de ginástica, cabelo oleoso e blusa manchada (e a mancha pode ser desde restos de comida até excressões de um mini corpo humano).
Eu já fui a mãe que amamenta feliz, e já fui a mãe que levanta resmungado porque teria que dar de mamar.
Eu já fui a mãe que cozinha tudo em casa, apenas com ingredientes orgânicos, e já fui a mãe que pede fast food por pura e absoluta preguiça.
Eu já fui a mãe que se voluntaria para ir ao passeio com a turma da escola, e já fui a mãe que esquece de mandar o lanche do filho.
Eu já fui a mãe que leva ao parquinho e inventa brincadeiras, e já fui a mãe que liga a televisão para ter sossego.
Eu já fui a mãe que contou até 10 e manteve a calma, e já fui a mãe que tem ataques estéricos.
Eu já fui a mãe que guardou para o filho a última e melhor colherada da sobremesa, e já fui a mãe que comeu chocolate escondido para não ter que dividir.
Eu já fui a mãe que conta os segundos para colocar as crianças para dormir, e já fui a mãe que fica pedindo mais um beijinho.
Eu já fui a mãe que trabalha, cuida da casa, e dos filhos, e já fui a mãe que não tem forças para sair do sofá.
Eu já fui a mãe que mantém a lucidez mesmo em situações enlouquecedoras, e já fui a mãe que grita com os filhos.
Eu já fui a mãe que cede aos pedidos de “mais 5 minutinhos”, e já fui a mãe que levou o filho embora arrastado e gritando.
Eu já fui a mãe que precisou de conselhos, e já fui a mãe que deu abraços apertados.
Eu já fui a mãe que faz cabanas na sala, e já fui a mãe que fingiu que estava dormindo só para não ter que responder.
Eu já fui a mãe que salvou o filho de um tombo, e já fui a mãe que perdeu o filho de vista em pleno parque temático.
Eu já fui todas estas mães e muitas outras. Muitas vezes fui várias delas em um dia só. Talvez você tenha me visto no meu melhor momento, e acreditou que eu era uma mãe exemplar, que tem tudo sob controle.
Talvez você tenha me visto em um momento ruim, e por isso pensa que sou um total fracasso.
Pouco importa. A vida não é perfeita, nem mesmo são as mães, nem mesmo são os filhos.
Todas nós já estivemos dos dois lados. Um momento, ou um dia, não define ninguém. Caso você esteja precisando saber: Você é uma excelente mãe e está fazendo um fantástico trabalho.
Por um mundo com menos dedos indicadores, e mais "eu sei que é difícil"!
Rafaela Carvalho

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Um filho e seu pai...


(leia com atenção)
O filho chegou ao restaurante com o Pai, já bastante idoso e com algumas limitações. Durante a refeição, o pai deixava cair da boca, pedaços de comida, na camisa e nas calças, fato que muitos outros clientes observavam com olhar de repreensão e nojo, enquanto o filho permanecia sereno.
O filho, sem demonstrar nenhuma expressão de vergonha, levou seu pai ao banheiro calmamente, e limpou-o. Quando ambos estavam de saída, todas as pessoas do restaurante os acompanharam apenas com o olhar, em silêncio, mas com o olhar característico de quem censurava que alguém expus a si e ao pai à vergonha em público.
O filho pagou a conta e começou a caminhar em direção à porta de saída do restaurante, sempre acompanhando e amparando ao pai, quando um senhor pronunciou-se:
- Acho que você deixou algo importante para trás…
O rapaz respondeu:
- Não, não senhor, eu não esqueci nada…
O homem respondeu:
- Não esqueceu nada mas deixou algo importante para trás: Deixou uma lição para cada filho e uma esperança para cada pai aqui presente.
O restaurante acompanhou o diálogo e ficou em absoluto silêncio, silêncio de quem agora se envergonha dante dos julgamentos anteriores e da superioridade do exemplo fornecido por este filho e ressaltado por este sábio senhor!
Cuidar daqueles que cuidaram de nós é maior honra e demonstração de amor e gratidão nesta vida.
Este texto clássico, brevemente reescrito por mim, é um convite à reflexão para diversas situações cotidianas, mas minha motivação pessoal dirige-o para aqueles que acreditam que cuidar daqueles que cuidaram de nós seja tarefa "aprisionante" como escutei recentemente de pessoa muito próxima.
Um pai, uma mãe, avós, cuidam de nós durante toda a vida, como poderíamos considerar pesada a tarefa de cuidar deles por alguns anos, ou pelo tempo que fosse?
A ingratidão é tão cruel quanto o ódio!
Espero que esta reflexão seja útil para que muitas pessoas possam rever suas atitudes e sejam sensibilizadas para o exercício do amor verdadeiro.
Não estou subestimando os desafios de cuidar das pessoas que amamos quando estão acometidas por quadros de saúde graves e aflitivos... Apenas gostaria de relembrar que o exercício do amor verdadeiro jamais poderá cansar o coração!
Que Deus abençoe aos que cuidam e são cuidados. Que Haja amor e gratidão para que haja honra, paz e jamais remorso.
Paz e Alegria!
Carlos Hilsdorf