quinta-feira, 8 de junho de 2017

Mistério da vida...


Reflexão sobre a VIDA, sobre a existência de DEUS!!! Um escritor húngaro explicou a existência do Deus invisível com uma ótima analogia:

*No ventre de uma mãe havia dois bebês.

Um perguntou ao outro: “Você acredita em vida após o parto?”

O outro respondeu: “É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde.”

“Bobagem”, disse o primeiro. “Não há vida após o parto. Que tipo de vida seria essa?”

O segundo disse, “Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez vamos poder andar com as nossas pernas e comer com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora.”

O primeiro respondeu: “Isso é um absurdo. Andar é impossível. E comer com a boca? Ridículo! O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o que precisamos. Mas o cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto logicamente está fora de questão.”

O segundo insistiu, “Bem, eu acho que há alguma coisa, e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vai precisar mais deste tubo físico.

”O primeiro respondeu: “Bobagem. E além disso, se há mesmo vida após o parto, então por que ninguém jamais voltou de lá? O parto é o fim da vida, e no pós-parto não há nada além de escuridão e silêncio e esquecimento. Ele não nos leva a lugar nenhum.”

“Bem, eu não sei”, disse o segundo, “mas certamente vamos encontrar a Mãe e ela vai cuidar de nós.”

O primeiro respondeu: “Mãe? Você realmente acredita em Mãe? Isso é ridículo. Se a Mãe existe, então onde ela está agora?”

O segundo disse: “Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir.”

Disse o primeiro: “Bem, eu não posso vê-la, então é lógico que ela não existe.”

Ao que o segundo respondeu: “Às vezes, quando você está em silêncio, se você se concentrar e realmente ouvir, você pode perceber a presença dela, e pode ouvir sua voz amorosa, lá de cima.”



Você pode crer que não existam milagres ou que tudo em sua volta é um milagre...

quarta-feira, 31 de maio de 2017

O que a memória ama, fica eternizado


"Quando eu era pequena, não entendia o choro solto de minha mãe ao assistir a um filme, ouvir uma música ou ler um livro.
O que eu não sabia é que minha mãe não chorava pelas coisas visíveis.
Ela chorava pela eternidade que vivia dentro dela e que eu, na minha meninice, era incapaz de compreender.
O tempo passou e hoje me emociono diante das mesmas coisas, tocada por pequenos milagres do cotidiano.
É que a memória é contrária ao tempo.
Nós temos pressa, mas é preciso aprender que a memória obedece ao próprio compasso e traz de volta o que realmente importou, eternizando momentos.
Crianças têm o tempo a seu favor e a memória muito recente. Para elas, um filme é só uma animação; uma música, só uma melodia. Ignoram o quanto a infância é impregnada de eternidade.
Diante do tempo envelhecemos, nossos filhos crescem, muita gente se despede.
Porém, para a memória ainda somos jovens, atletas, amantes insaciáveis.
Nossos filhos são nossas crianças, os amigos estão perto, nossos pais ainda são nossos heróis.
A frase do título é de Adélia Prado: “O que a memória ama, fica eterno”.
Quanto mais vivemos, mais eternidades criamos dentro da gente.
Quando nos damos conta, nossos baús secretos_ porque a memória é dada a segredos _ estão recheados daquilo que amamos, do que deixou saudade, do que doeu além da conta, do que permaneceu além do tempo.
Um dia você liga o rádio do carro e toca uma música qualquer, ninguém nota, mas aquela música já fez parte de você _ foi a trilha sonora de um amor, embalou os sonhos de uma época ou selou uma amizade verdadeira _ e mesmo que os anos tenham se passado, alguma parte de você se perde no tempo e lembra alguém, um momento ou uma história.
Ao reencontrar Amigos da juventude, do Colégio ,nos esquecemos que somos adultos e voltamos a nos comportar como meninos cheios de inocência, amor e coragem.
Do mesmo modo, perto de nossos pais, seremos sempre “As Crianças”, não importa se já temos 30, 40 ou 50 anos.
Para eles, a lembrança da casa cheia, das brigas entre irmãos, das histórias contadas ao cair da noite… serão sempre recentes, pois têm vocação de eternidade.
Por isso é tão difícil despedir-se de um Amor ou alguém especial que por algum motivo deixou de fazer parte de nossas vidas.
Dizem que o tempo cura tudo, mas talvez ele só tire a dor do centro das atenções. Ele acalma os sentidos, apara as arestas, coloca um band-aid na ferida.
Mas aquilo que amamos tem disposição para emergir das profundezas, romper os cadeados e assombrar de vez em quando.
Somos a soma de nossos afetos, e aquilo que nos tocou pode ser facilmente reativado por novos gatilhos _ uma canção cala nossos sentidos; um cheiro nos paralisa lembrando alguém; um sabor nos remete à infância.
Assim também permanecemos memórias vivas na vida de nossos filhos, cônjuges, ex amores, amigos, irmãos.
E mesmo que o tempo nos leve daqui, seremos eternamente lembrados por aqueles que um dia nos amaram."

Desconheço o autor

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Pai e Mãe, acordem enquanto é tempo!


É muito IMPORTANTE que todos os Pais e Mães leiam isto!

Era quarta-feira, 8:00 h. Cheguei a tempo à escola do meu filho –“Não se esqueçam de vir à reunião de amanhã, é obrigatória!” – Foi o que a professora disse no dia anterior.
-“O que é que esta professora pensa! … Acha que podemos dispor facilmente do tempo que ela quer? … Se ela soubesse o quanto era importante a reunião que eu tinha às 8:30 h” … Dela dependia uma boa negociação e tive que a cancelar!
Lá estávamos nós, mães e pais, e a professora.
Começou a tempo, agradeceu a nossa presença e começou a falar. Não lembro o que ela dizia, a minha mente estava a pensar como iria resolver aquele negócio tão importante, já me imaginava a comprar uma televisão nova com o dinheiro.
“João Rodrigues!” – escutei ao longe – “Não está o pai de João?” – diz a professora.
“Sim, eu estou aqui” – contestei ao ir receber o boletim escolar do meu filho.
Voltei pro meu lugar e disse ao abrir o boletim … “Foi para isto que eu vim … o que é isto???”
O boletim estava cheio de seis e sete. Guardei rapidamente, para que ninguém pudesse ver como se tinha saído o meu filho.

De volta para casa, aumentava ainda mais a minha raiva, cada vez que pensava:
“Mas, se eu dou tudo para ele, não tem faltado nada! … Agora ele vai ver!” Cheguei, entrei em casa, fechei a porta com uma batida e gritei: “Vem aqui, João!”
João estava no quintal, correu para abraçar-me … “Papá!”
– “Nada de papá!” Afastei-o de mim, tirei o meu cinturão e não me lembro quantas vezes bati ao mesmo tempo que falava o que pensava dele.
– “Agora vai para o teu quarto!”
João foi a chorar, a sua face estava vermelha e a sua boca tremia.
A minha esposa não falou nada, só mexeu a cabeça num gesto de negação e entrou na cozinha.
Quando fui para cama, mais tranquilo, a minha esposa entregou-me o boletim do João, que tinha ficado dentro do meu casaco, e disse:
– “Lê devagar e depois pensa numa decisão …”
No início estava escrito: BOLETIM DO PAPÁ.
Pelo tempo que o teu pai dedica a conversar contigo antes de dormir: 6
Pelo tempo que o teu pai dedica a brincar contigo: 6
Pelo tempo que o teu pai dedica a ajudar-te com as tarefas: 6
Pelo tempo que o teu pai dedica para levar-te de passeio com a família: 7
Pelo tempo que o teu pai dedica para ler-te um livro antes de dormir: 6
Pelo tempo que o teu pai dedica para abraçar-te e beijar-te: 6
Pelo tempo que o teu pai dedica para assistir televisão contigo: 7
Pelo tempo que o teu pai dedica para escutar as tuas dúvidas ou problemas: 6
Pelo tempo que teu o pai dedica para ensinar-te coisas: 7
Média: 6,22

PAIS – ACORDEM ENQUANTO TÊM TEMPO…

As crianças tinham qualificado os seus pais. O meu filho deu-me 6 e 7 (sinceramente eu merecia 5 ou menos).
Levantei-me e corri para o quarto dele, abracei-o e chorei.
Queria poder voltar no tempo … mas isso não é possível.
João abriu os olhos, ainda com os olhos inchados pelas lágrimas, sorriu, abraçou-me e disse:
– “Eu amo-te papá!” … Fechou os olhos e dormiu.
ACORDEM PAIS!
Aprendam a dar o valor certo aquilo que é mais importante em relação aos vossos filhos, já que disso depende o sucesso ou fracasso nas suas vidas.
Já pensou qual seria a ‘nota’ que o seu filho lhe daria hoje?

Autor desconhecido

Fonte - http://www.quiosquedigital.pt/pai-e-mae-acordem-enquanto-e-tempo/#
imagem da internet

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Nunca vamos ficar ricos!


Uma amiga minha, a Bia, decidiu trabalhar só meio período depois que o filho nasceu. Quer participar de cada momento. “Mas, Bia, assim você não vai ficar rica nunca!”, alertou um amigo. É verdade. A Bia ganha menos dinheiro. Mas eu conversei com ela esses dias e ela estava mais feliz que o Bill Gates.

No almoço um colega do trabalho disse que não vai aceitar uma promoção. Quer continuar com as manhãs livres, curtindo a filha. “Não vale a pena”, ele disse. Está certíssimo: entre abraçar todos os dias de manhã uma menina linda de pijama ou mais quinhentos reais na conta, com qual você ficaria? Tem vezes que a promoção não paga nem a creche que você vai ter que contratar. Tem vezes que não paga nem a gasolina.

Participar do crescimento dos filhos tem uma série de vantagens, para crianças e adultos. Eles aprendem mais rápido, se desenvolvem com mais confiança. A gente libera um monte de hormônios de prazer, por estar por perto de coisas fofas que dão risadas deliciosas. Vivemos mais felizes, menos estressados, o coração batendo que é uma beleza.

“Mas você precisa investir na sua carreira”, dizem alguns, e eu concordo com isso. Todos os dias, depois de fazer minhas filhas dormirem, volto pro computador pra trabalhar. Estou escrevendo este texto às 04:29 da madrugada de um feriado. O que eu fiz foi uma lista de prioridades, família no topo, e tudo aquilo que dava pra dizer não eu fui dizendo. Não me arrependo.

Um dia eles vão crescer. Vão querer saber só de amigos, de amores. Teremos tempo pra ler, fazer um curso, abrir um negócio. Pode ser que a gente nunca fique rico, é verdade. Mas tanta gente trabalha como condenado e também não fica.

O nosso tesouro a gente sabe onde está.

Fonte - Facebook - Marcos Piangers

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Receita de menino


Junte duas colheres de sorriso com duas xícaras de gargalhada. Vá mexendo e acrescente cheiro de terra molhada misturada com cheiro de chicle de bola. Acrescente ainda muito chocolate, um pouco de castelinhos de areia, três pirulitos de uva e um caminhãozinho de imaginação.

Deixe descansar em baixo de um pé de manga e junte aos poucos a fidelidade de um cãozinho, a rapidez de um beija-flor, a esperteza de um golfinho. E, claro, não podem faltar todas as cores do arco-íris, uma caixinha inteira de band-aids e uma bacia cheia de pipoca.

Não se esqueça de juntar a sabedoria de um monge (claro, os meninos sempre sabem de tudo) com uma pitadinha de impaciência, uma dor de barriga passageira e muita, muita amizade, que deve ser acrescentada aos poucos, logo depois de um punhado de sonho e um prato fundo de criatividade.

Não podem ser esquecidos o pião, a pipa, a bicicleta e um par de chuteiras, pois meninos não se tornam meninos de verdade sem estes ingredientes.

Por fim, junte o gostinho da vitória em uma final de campeonato, com a maravilhosa sensação de um abraço apertado.

Pronto! Assim são feitos os meninos... ♥

fonte - facebook - Babyou

Receita de menina


Para se fazer uma menina, toma-se uma xícara de felicidade, dois botões azuis, pétalas de rosa, um pouco de glacê, um punhadinho de areia, três conchinhas róseas, uma colherada de imaginação. Acrescenta-se também um pouquinho de sal, muito açúcar e mel, uma casquinha de sorvete, o dengo de um gatinho novo e três gotinhas de perfume.

Não esquecer de um espelhinho prateado, pois antes de tudo uma menina é mulher, e logicamente vaidosa.

É importante acrescentar uma borboleta amarela, muita inocência e um dedinho com band-aid.

Recolha com cuidado uma gotinha de orvalho, o brilho de uma joia, todos os matizes de um quadro de Renoir, uma pitada de sonho e muito carinho.

Consiga um pouquinho daquela brisa que sopra do mar, uma colherinha da luz das estrelas, um sorriso inesperado, o ruído de uma onda na praia e deixe tudo isso ao luar.

Misture tudo e acrescente muita ternura e amor, um pouco de teimosia e muita curiosidade, uma lágrima e duas asinhas de beija-flor.

E assim que são feitas as meninas... ♥

fonte - facebook - Babyou

sexta-feira, 17 de junho de 2016

60 dias de Neblina...


60 dias de Neblina
Você já ouviu o ditado "neblina baixa sol que racha"? Se nunca ouviu, vou explicar. Dizem que quando o dia amanhece com muita neblina é porque será um dia lindo, de muito Sol. Este texto tem a ver com isto. A neblina que vem antes do Sol e do céu azul...
Ahhhhhh os primeiros 60 dias com um bebê recém nascido em casa. O leite que finalmente desce, deixando o seu seio do tamanho de um melão transgênico. Duro igual uma pedra. Os hormônios que te fazem ir do gatinho fofo do shrek para a esposa do Chuck, o boneco assassino. Se você fez cesariana a cicatriz incomoda. Se você teve parto normal sentar incomoda. A barriga que fica igualzinha uma bexiguinha "murcha", bem murchinha. Se quando grávida você tinha uma linha escura na barriga ("linea nigra"), saiba que ela consegue ficar ainda mais escura depois do parto (surpresaaaa!!). O umbigo que fica igual o olho esquerdo do Nestor Cerveró. Sangue, sangue, sangue e mais um pouquinho de sangue. Leite, leite, leite e mais um pouquinho de leite. E você que odiava usar absorvente agora tem que usar não somente na calçinha mas também no sutiã. E para fechar com chave de ouro ainda temos a famosa cinta pós parto (ou calçinha alta) que alguns médicos recomendam.
E não para por ai. Ainda temos:
Uma mistura de sentimentos que ninguém consegue explicar. Uma sensação de felicidade plena misturada com cansaço, amor, euforia, e tristeza.
Noites mal dormidas.
E se a noite é bem dormida, você então acorda boiando em um mar de leite. Azedo.
Seus mamilos que há esta altura já estão tão indignados com você que já quase te perguntam: Escuta aqui mulher, que merda é esta que você está tentando fazer?
Cólica.
Choro. Muito choro. Chora o bebê, chora você.
Mil pessoas palpitando na sua vida e na do bebê: Não pode comer tal coisa porque dá cólica. Mas você precisa se alimentar bem pois esta amamentando. Chá de camomila é excelente para cólica. Mas não pode dar na mamadeira porque se não o bebê não vai mais pegar o peito. O bebê está dormindo demais, de menos. Está mamando demais, de menos. Você está agasalhando demais, de menos.
Quebrante. Bem vinda ao mundo do tal do quebrante. E sempre vai ter uma pra falar: "Quebrante é comum. A gente mesmo coloca quebrante nos filhos". Quer saber? Vai todo mundo tomar no meio do cu com este papo de quebrante. Quebrante me IRRITA!!! Não vou amarrar fitinha vermelha no bebê e ponto final.
Cocô explosivo. De madrugada. Por que? Por que Por que Senhor?
Vacinas que doem mais em você do que nele.
E durante uma madrugada qualquer, você já no auge da privação de sono, ergue o tom de voz, implorando para que o bebê durma. O bebê dorme. Você olha aquele rostinho lindo, e se pergunta: Como eu fui capaz de erguer a voz para este anjinho que eu amo mais que tudo? Que bruxa! Eu sou a pior mãe do mundo. Víbora. Eu mereço arder no fogo do inferno...
E a quarentena acaba e você fica pensando como vai dizer para o marido que a última coisa que passa na sua cabeça é sexo.
E saiba que quando finalmente rolar, há grandes chances de ser uma merda. Juro que não sei o que acontece, mas independente do tipo de parto, da impressão que voltamos a ficar virgens depois de ter filho, ou é o pinto do marido que resolve ficar gigantesco e virar estrela de filme pornô.
Você cuida do bebê e acaba esquecendo de você. Você fica dias sem ao menos se olhar no espelho. Não que você não queira, mas simplesmente porque você não lembra. Falta de tempo, falta de memória, não sei. Só sei que um dia você vai se olhar no espelho e vai se deparar com uma sobrancelha mais peluda que a perna do maridão. E vai lembrar que você além de mãe, é mulher, e esposa, e filha, e amiga.
E nestas alturas você já está igual aquele vídeo do David depois do dentista: "Is this real life"?!
E os dias passam.
E entre um choro e outro aparecem os sorrisos. Sorrisos que fazem seu coração explodir de amor e alegria.
Amamentar fica bem mais fácil.
Você já se sente mais segura e não se deixa abalar por palpites de terceiros.
Os hormônios dão uma trégua.
O bebê começa a dormir melhor.
Você e o seu bebê vão se conhecendo e entrando em sintonia. E não é que você está pegando a "manha" desta tal maternidade?!
Você até começa a cuidar um pouquinho de você.
Sexo volta a ser algo interessante, bem interessante.
E a vida vai voltando ao normal. Um novo normal.
E um belo dia você entra no elevador do prédio e encontra uma vizinha. No colo dela um bebê de 10 dias. Você olha para ela. Olha para o bebê. E tenta lembrar como era a sua rotina quando o seu filho tinha aquele tamanho.
Você tenta puxar na memória. Você não consegue lembrar. Como assim? Seu bebê tem só 7 meses, nem faz tanto tempo. Mas por que você não lembra? É como se tivesse uma fumaça. Uma neblina cobrindo a memória...
Os primeiros 60 dias de neblina.
Se você ainda está no seus 60 dia de neblina, tenha paciência. Curta os dias de pijama. Não caia na pressão dos outros que exigem que você saia da sala de parto como se nada tivesse acontecido. A vida mudou. Você mudou. Não se force a nada, absolutamente nada. Você já tem novidades o suficiente para processar. Não seja tão dura com você. Não permita que sejam tão duros com você. As visitas podem esperar. O mundo pode esperar. Leve as coisas no seu ritmo e se deixe levar rumo ao Sol. Pois depois da neblina, sempre vem o Sol.

Por A Maternidade por Rafaela Carvalho
Imagem: Internet