sexta-feira, 11 de maio de 2012
O que é a Felicidade para você?
Pra mim a felicidade é pequenininha, e cabe inteirinha dentro do meu abraço.
Acorda sorrindo, e falando sem parar. Tem no olhar a pureza de quem não sabe o que é maldade. E na cabecinha milhares de perguntas.
Mãozinhas que mexem em tudo de forma desajeitada.
E uma vontade gigante de ler todas as palavras do universo.
Pra mim a felicidade tem cheirinho de chulé e chocolate.
Gosta de comer na hora errada e almoçar leite com achocolatado.
Quer ser piloto, professor de escrevinhar, médico pra furar a testa das pessoas, e procurador de ossos de dinossauros.
A felicidade pra mim, está na animação da pixar, que o DVD não cansa de exibir.
Nos livros cheios de gravuras e histórias onde o impossível não existe.
No abraço gostoso em um dia feio.
Felicidade é ter um amor que a gente sabe que nunca vai acabar.
Que diz mil vezes que me ama, e eu sei que posso acreditar.
Felicidade tem nome, (o meu) sobrenome, usa boné e chuteira e tem o sorriso mais lindo do (meu) mundo.
Karla Tabalipa
Via:Cativar & Cultivar
(retirei do Face - Psicologia das Guerreiras)
....♥ CARTA DE UMA MÃE PARA SUA FILHA ♥....
Minha querida menina, no dia que você perceber que estou envelhecendo, eu peço a você para ser paciente, mas acima de tudo, tentar entender pelo o que estarei passando.
Se quando conversarmos, eu repetir a mesma coisa dezenas de vezes, não me interrompa dizendo: “Você disse a mesma coisa um minuto atrás”. Apenas ouça, por favor. Tente se lembrar das vezes quando você era uma criança e eu li a mesma história noite após noite até você dormir.
Quando eu não quiser tomar banho, não se zangue e não me encabule.
Lembra de quando você era criança eu tinha que correr atrás de você dando desculpas e tentando colocar você no banho?
Quando você perceber que tenho dificuldades com novas tecnologias, me dê tempo para aprender e não me olhe daquele jeito...lembre-se, querida, de como eu pacientemente ensinei a você muitas coisas, como comer direito, vestir-se, arrumar seu cabelo e lhe dar com os problemas da vida todos os dias...o dia que você ver que estou envelhecendo, eu lhe peço para ser paciente, mas acima de tudo, tentar entender pelo o que estarei passando.
Se eu ocasionalmente me perder em uma conversa, dê-me tempo para lembrar e se eu não conseguir, não fique nervosa, impaciente ou arrogante.
Apenas lembre-se, em seu coração, que a coisa mais importante para mim é estar com você.
E quando eu envelhecer e minhas pernas não me permitirem andar tão rápido quanto antes, me dê sua mão da mesma maneira que eu lhe ofereci a minha em seus primeiros passos.
Quando este dia chegar, não se sinta triste. Apenas fique comigo e me entenda, enquanto termino minha vida com amor. Eu vou adorar e agradecer pelo tempo e alegria que compartilhamos. Com um sorriso e o imenso amor que sempre tive por você, eu apenas quero dizer, "eu te amo muito minha filha querida.”
(Fonte: Spring in the Air)
retirei do face - Psicologia de GUERREIRAS
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
MÃE - Martha Medeiros
Vamos esclarecer alguns pontos sobre mães, ok? Desconstruir alguns mitos.
Não, não precisa se preocupar.Não é nada ofensivo, eu também sou mãe... e avó!
Vamos lá:
MÃE É MÃE: mentira!!!Mãe foi mãe, mas já faz um tempão!
Agora mãe é um monte de coisas: é atleta, atriz, é super star.Mãe agora é pediatra, psicóloga, motorista.Também é cozinheira e lavadeira.Pode ser política, até ditadora, não tem outro jeito.
Mãe às vezes também é pai.Sustenta a casa, toma conta de tudo, está jogando um bolão.
Mãe pode ser irmã: empresta roupa, vai a shows de rock pra desespero de algumas filhas, entra na briga por um namorado.Mãe é avó (oba, esse é o meu departamento!): moderníssima, antenadíssima, não fica mais em cadeira de balanço, se quiser também namora, trabalha, adora dançar.Mãe pode ser destaque de escola de samba, guarda de trânsito, campeã de aeróbica, mergulhadora.Só não é santa, a não ser que você acredite em milagres.
Mãe já foi mãe, agora é mãe também.
MÃE É UMA SÓ: mentira!!!
Sabe por quê?Claro que sabe!
Toda criança tem uma avó que participa, dá colo, está lá quando é preciso.De certa forma, tem duas mães.Tem aquela moça, a babá, que mima, brinca, cuida.Uma mãe de reserva, que fica no banco, mas tem seus dias de titular.E outras mulheres que prestam uma ajuda valiosa.Uma médica que salva uma vida, uma fisioterapeuta que corrige uma deficiência, uma advogada que liberta um inocente, todas são um pouco mães.Até a maga do feminismo, Camille Paglia, que só conheceu instinto maternal por fotografia, admitiu uma vez que lecionar não deixa de ser uma forma de exercer a maternidade.O certo então, seria dizer: mãe, todos têm pelo menos uma.
SER MÃE é PADECER NO PARAÍSO: mentira!
Que paraíso, cara-pálida?
Paraíso é o Taiti, paraíso é a Grécia, é Bora-Bora, onde crianças não entram.Cara, estamos falando da vida real, que é ótima muitas vezes, e aborrecida outras tantas, vamos combinar.
Quanto a padecer, é bobagem.Tem coisas muito piores do que acordar de madrugada no inverno pra amamentar o bebê, trocar a fralda e fazer arrotar.
Por exemplo?Ficar de madrugada esperando o filho ou filha adolescente voltar da festa na casa de um amigo que você nunca ouviu falar, num sítio que você não tem a mínima idéia de onde fica.
Aí a barra é pesada, pode crer...
MATERNIDADE é A MISSÃO DE TODA MULHER: mentira !!!
Maternidade não é serviço militar obrigatório!
Deus nos deu um útero mas o diabo nos deu poder de escolha.Como já disse o Vinicius: filhos, melhor não tê-los, mas se não tê-los, como sabê-los?Vinicius era homem e tinha as mesmas dúvidas.
Não tê-los não é o problema, o problema é descartar essa experiência.Como eu preferi não deixar nada pendente pra a próxima encarnação, vivi e estou vivendo tudo o que eu acho que vale a pena nesta vida mesmo, que é pequena mas tem bastante espaço.Mas acredito piamente que uma mulher pode perfeitamente ser feliz sem filhos, assim como uma mãe padrão, dessas que têm umas seis crianças na barra da saia, pode ser feliz sem nunca ter conhecido Paris, sem nunca ter mergulhado no Caribe, sem nunca ter lido um poema de Fernando Pessoa.
É difícil, mas acontece.
MAMÃE, EU QUERO: verdade!
Você pode não querer ser uma, mas não conheço ninguém que não queira a sua.
5 anos: "Mamãe, te amo."
11 anos: "Mãe, não enche."
16 anos: "Minha mãe é tão irritante."
18 anos: "Eu quero sair de casa."
25 anos: "Mãe, você tinha razão."
30 anos: "Eu quero voltar pra casa da minha mãe."
50 anos: "Eu não quero perder a minha mãe."
70 anos: "Eu abriria mão de TUDO pra ter minha mãe aqui comigo."...
sexta-feira, 4 de maio de 2012
A licença-maternidade no mundo
Veja como o benefício é concedido para mães - e pais! - em 21 países
Por Heloiza Camargo
Um estudo divulgado no ano passado pelo Center for Economic and Policy Research (Centro para Pesquisa Econômica e Política), nos Estados Unidos, mostra a política de licença - maternidade em 21 países. O objetivo da pesquisa foi analisar em que grau essas nações promovem uma distribuição igualitária entre homens e mulheres no tempo dedicado aos cuidados da criança e o nível de apoio dado às famílias.
Uma das constatações foi que as nações analisadas apoiavam os pais de duas formas complementares: por meio do emprego garantido (presente nos 21 países) e remuneração financeira durante o período da licença (prática não adotada apenas nos Estados Unidos** e Austrália).
Nos países nórdicos, como Suécia e Finlândia, a legislação está mais avançada do que no resto do mundo. Mais do que apenas discutir a licença para as mães, o que está acontecendo no Brasil atualmente, eles também têm leis que favorecem o pai. É possível, inclusive, que ele tire a licença no lugar dela. Assim, a decisão de quem deve cuidar do bebê fica de fato na mão dos casais, e não do governo. O relatório conclui que políticas que incluam mães e pais podem ter um impacto importante sobre a igualdade dos gêneros, tanto no local de trabalho quanto no que diz respeito à divisão dos cuidados com a criança. Por isso, alguns países estão tentando seguir o exemplo dessas nações e já elaboram políticas no sentido de incluir os pais. É o caso, por exemplo, de Grécia, Bélgica e França.
Segundo o estudo, onde não há incentivos para uma licença remunerada tanto feminina quanto masculina , reforça-se a visão de que as mães devem ficar em casa cuidando dos bebês e pais , sair para trabalhar. Abaixo, veja como é a licença-maternidade nesses países.
*Por meio de um cálculo desenvolvido pelos pesquisadores, foi possível comparar países com sistemas de remuneração diferenciados
**Os Estados Unidos é o único país ocidental que não obriga a licença -maternidade para todas as mulheres. Porém, por meio da Lei de Licença Médica de 1993 é possível consegui- la , mas com uma série de restrições, por um período de 84 dias não - remunerados. Entre as mulheres excluídas do benefício estão aquelas que trabalham em empresas com menos de 50 funcionários e não t ê m um total de 1250 horas trabalhadas nos últimos doze meses antes do nascimento do bebê.
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI174223-10577,00-A+LICENCAMATERNIDADE+NO+MUNDO.html
Por Heloiza Camargo
Um estudo divulgado no ano passado pelo Center for Economic and Policy Research (Centro para Pesquisa Econômica e Política), nos Estados Unidos, mostra a política de licença - maternidade em 21 países. O objetivo da pesquisa foi analisar em que grau essas nações promovem uma distribuição igualitária entre homens e mulheres no tempo dedicado aos cuidados da criança e o nível de apoio dado às famílias.
Uma das constatações foi que as nações analisadas apoiavam os pais de duas formas complementares: por meio do emprego garantido (presente nos 21 países) e remuneração financeira durante o período da licença (prática não adotada apenas nos Estados Unidos** e Austrália).
Nos países nórdicos, como Suécia e Finlândia, a legislação está mais avançada do que no resto do mundo. Mais do que apenas discutir a licença para as mães, o que está acontecendo no Brasil atualmente, eles também têm leis que favorecem o pai. É possível, inclusive, que ele tire a licença no lugar dela. Assim, a decisão de quem deve cuidar do bebê fica de fato na mão dos casais, e não do governo. O relatório conclui que políticas que incluam mães e pais podem ter um impacto importante sobre a igualdade dos gêneros, tanto no local de trabalho quanto no que diz respeito à divisão dos cuidados com a criança. Por isso, alguns países estão tentando seguir o exemplo dessas nações e já elaboram políticas no sentido de incluir os pais. É o caso, por exemplo, de Grécia, Bélgica e França.
Segundo o estudo, onde não há incentivos para uma licença remunerada tanto feminina quanto masculina , reforça-se a visão de que as mães devem ficar em casa cuidando dos bebês e pais , sair para trabalhar. Abaixo, veja como é a licença-maternidade nesses países.
*Por meio de um cálculo desenvolvido pelos pesquisadores, foi possível comparar países com sistemas de remuneração diferenciados
**Os Estados Unidos é o único país ocidental que não obriga a licença -maternidade para todas as mulheres. Porém, por meio da Lei de Licença Médica de 1993 é possível consegui- la , mas com uma série de restrições, por um período de 84 dias não - remunerados. Entre as mulheres excluídas do benefício estão aquelas que trabalham em empresas com menos de 50 funcionários e não t ê m um total de 1250 horas trabalhadas nos últimos doze meses antes do nascimento do bebê.
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI174223-10577,00-A+LICENCAMATERNIDADE+NO+MUNDO.html
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