segunda-feira, 21 de maio de 2012
Mulher Forte e Mulher de Força
Uma mulher forte malha todo dia para manter seu corpo em forma…
Uma mulher de força constrói relacionamentos para manter sua alma em forma.
Uma mulher forte não tem medo de nada…
Uma mulher de força demonstra coragem, em meio a seus medos.
Uma mulher forte não permite que ninguém tire o melhor dela…
Uma mulher de força dá o melhor de si a todos.
Uma mulher forte comete erros e evita-os no futuro…
Uma mulher de força percebe que os erros na vida,
também podem ser bênçãos inesperadas e aprende com eles.
Uma mulher forte tem o olhar de segurança na face…
Uma mulher de força tem a graça.
Uma mulher forte acredita que ela é forte o suficiente para a jornada…
Uma mulher de força tem fé que é durante a jornada que ela se tornará forte.
(Alma Cigana)
Via:Claudia Ferreira
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Crianças manipuladoras
Choros, gritos, queixas injustificadas … tudo vale quando há um objectivo a atingir. Mas não se deixe enganar…. é tudo pura manipulação!
Às vezes até nos espantamos com o “talento” que algumas crianças têm para manipular os adultos. Elas fazem olhinhos de choro, queixam-se, amuam … insistem até à exaustão com o propósito de “levar a água ao seu moinho”.
Certo é que muitas vezes o conseguem, pois acabam por vencer os mais velhos pelo cansaço! “Porque é que o Joana pode ir e eu não? “, “ a Maria pode ficar a ver televisão até tarde, porque é que eu não posso?”, as comparações são uma das técnicas mais comuns quando falamos em manipulação.
Todas as crianças começam desde cedo a tentar controlar os pais. Pouco a pouco apercebem-se que algumas estratégias são eficazes e não hesitam em utilizá-las.
Tentam encontrar os pontos fracos, que passam muitas vezes por manifestações de carinho (abraços, beijos) e testar os limites dentro dos quais se podem mover. Vão tacteando e, se não lhes forem impostas regras, continuam à procura dos limites o que os vai transformar em pequenos seres provocadores e insaciáveis.
De igual modo, quando as regras não são claras e estão constantemente a mudar, cria-se uma grande confusão que pode aumentar a tendência para o conflito e para a manipulação.
Capacidade inata ou apenas imitação?
Um bebé consegue entender que quando chora é agarrado pela mãe, portanto vai fazê-lo repetidamente. Ninguém os ensina directamente, mas os adultos acabam por lhes indicar o caminho.
Quem não recorre ao “suborno” como forma de controlar uma criança? Através da utilização da técnica punição/recompensa é que muitos comportamentos são modelados, o que por vezes nos esquecemos é que as crianças aprendem por imitação.
A utilização da recompensa é uma boa estratégia educativa quando usada com conta, peso e medida, quando se abusa dessa técnica os resultados acabam por ser desastrosos.
Muitos pais, em desespero de causa, optam pelos prémios e as crianças começam a jogar com isso a ponto de só se comportarem bem se forem recompensadas. Claro que esse não é objectivo da educação.
A motivação deve vir de dentro para fora, ou seja, os mais novos deverão ser educados no sentido de se comportarem de forma adequada por isso ser o melhor para eles, não porque esperam vir a ser recompensados materialmente (quanto muito poderão esperar uma dose extra de carinho da parte dos educadores).
Conflitos familiares
“Pois… mas eu na casa do pai posso fazer isso e aqui não. Tu não gostas de mim!”. Este tipo de cena é muito comum. Comparar, semear a discórdia entre os pais constitui uma das técnicas de manipulação emocional.
Por isso mesmo há que estar alerta e ter a resposta sempre preparada. É absolutamente normal que os pais não estejam sintonizados em determinadas regras.
Cada um tem a sua história familiar e interiorizou modelos de conduta certamente bastante distintos. Quando há um divórcio todas essas diferenças se acentuam, mas mesmo em casais que vivem juntos existem diferenças no modo como encaram a educação dos filhos.
Por este motivo, é muito importante que haja diálogo entre o casal, pois só assim se trocam experiências e criam consensos. O ideal seria que começassem a fazê-lo quando os filhos são ainda um projecto, antes de sentirem a pressão da criança real.
De qualquer modo, é absolutamente fundamental que a criança não tenha a ideia de ter o poder de semear a discórdia entre os pais. Caso isso aconteça, vai sentir-se culpada e essa culpabilidade aumenta a insegurança e fragiliza-lhe a autoestima.
Manipulação entre irmãos
As brigas entre irmãos sempre existiram e sempre existirão. Sabe-se também que a maior parte das vezes têm como objectivo atingir os pais, pois se observarmos bem, muitos irmãos dão-se lindamente quando estão sozinhos e apenas iniciam lutas quando os pais estão por perto.
Depois seguem-se as cenas habituais. Um dos pais vai ter de desempenhar o papel de juiz e designar um deles como culpado. A vítima, porém, passa a usar a situação em seu benefício “pois… eu sou sempre o culpado, ela pode fazer tudo, eu não …”.
Geralmente esta técnica dá resultado, porque faz eco na consciência dos pais, fazendo-os cair nas malhas do manipulador. Perante esta situação há que manter a cabeça fria e agir com calma.
Uma regra básica é a de evitar ao máximo intrometer-se nas brigas entre irmãos. Eles é que iniciaram o conflito, portanto são eles que têm de encontrar a solução.
Em hipótese alguma deve interceder por um, uma vez que está, automaticamente a tomar o partido do outro, a aumentar a rivalidade e a criar uma relação de vilão/vitima. Um passa a ser o manipulador enquanto que o outro goza dos privilégios de ser o querido da família.
Como lidar com a manipulação?
Evite recorrer à chantagem como forma de controlar o seu filho. Tenha presente que as crianças aprendem por imitação.
Fale claramente com a criança e explique-lhe o que espera que ela faça
Estimule-a no sentido de aprender a decidir. Dê-lhe várias opções e peça-lhe que se decida apenas por uma.
Face a uma birra, não se deixe intimidar. Deixe que esperneie e grite… no final fale com ele calmamente e explique-lhe que não é através desses meios que vai conseguir atingir os objectivos.
Texto da autoria de Drª Teresa Paula Marques
Psicóloga Clínica, especialista em Psicologia Infantil e do Adolescente
Fonte:http://familia.sapo.pt/familia/comportamento/994895.html
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Oração por minha mãe...
Pai, tu, sendo Deus, quiseste mostrar
entre nós tua face materna...
Por isso criaste todas as mães!
Peço-te por minha mãe,
sinal concreto e visível de teu amor entre nós.
Multiplicai os seus dias
em nosso meio!
Acompanha-a em todo riso
e em toda lágrima,
todo trabalho e toda prece,
todo dia e toda noite!
Que tua bênção cubra de luz
a vida de minha mãe para que,
inundada de ti, ela seja sempre mais
Presença do divino em minha vida.
Amém!
sexta-feira, 11 de maio de 2012
O que é a Felicidade para você?
Pra mim a felicidade é pequenininha, e cabe inteirinha dentro do meu abraço.
Acorda sorrindo, e falando sem parar. Tem no olhar a pureza de quem não sabe o que é maldade. E na cabecinha milhares de perguntas.
Mãozinhas que mexem em tudo de forma desajeitada.
E uma vontade gigante de ler todas as palavras do universo.
Pra mim a felicidade tem cheirinho de chulé e chocolate.
Gosta de comer na hora errada e almoçar leite com achocolatado.
Quer ser piloto, professor de escrevinhar, médico pra furar a testa das pessoas, e procurador de ossos de dinossauros.
A felicidade pra mim, está na animação da pixar, que o DVD não cansa de exibir.
Nos livros cheios de gravuras e histórias onde o impossível não existe.
No abraço gostoso em um dia feio.
Felicidade é ter um amor que a gente sabe que nunca vai acabar.
Que diz mil vezes que me ama, e eu sei que posso acreditar.
Felicidade tem nome, (o meu) sobrenome, usa boné e chuteira e tem o sorriso mais lindo do (meu) mundo.
Karla Tabalipa
Via:Cativar & Cultivar
(retirei do Face - Psicologia das Guerreiras)
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